Deixo-vos um pedaço da crítica de Henrique Manuel Bento Fialho ao poemário AS JUNÇÕES (Artefacto, 2010):
"(...) Resulta impressionante a forma como a anomalia é integrada sem esforço, deixando, assim, de ser anómala, passando a ser um terreno fértil onde a linguagem rebenta e dá os seus frutos. É um poema sobre o que ficou para trás (sol, praia, mar, alegria, marinheiros, cor, cervejas, beijos, etc.), reflectindo uma alegria encalhada na tristeza da perda (...)."
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