terça-feira, 26 de junho de 2012

Estou sentada em frente à sua árvore. Que bonita oliveira! Vem-me à memória as suas palavras, o seu rosto carregado de anos, a sua voz grave e cansada. Hoje, vim ver a tua exposição e esquecer que já passaram dois anos da tua morte.

Não subiste às estrelas, pois não, estás bem aqui, no Campo das Cebolas e em Lanzarote.
Obrigada, J.S.


25 de Junho 2012