Estou sentada em frente à sua árvore. Que bonita oliveira! Vem-me à memória as suas palavras, o seu rosto carregado de anos, a sua voz grave e cansada. Hoje, vim ver a tua exposição e esquecer que já passaram dois anos da tua morte.
Não subiste às estrelas, pois não, estás bem aqui, no Campo das Cebolas e em Lanzarote.
Obrigada, J.S.
25 de Junho 2012